Fevereiro 2014


Ney Matogrosso, Homem com H

Porque interno. ao nível da mobilidade, acaba por existir todos os anos…

Há por aqui uma enorme confusão entre os vários níveis de concurso, sendo que eu acho que deve existir apenas um, com vagas claras a concurso e não cozinhadas nas secretarias do MEC ou nas direcções das escolas, conforme as conveniências.

Crato antecipa concurso interno de professores para 2015

Até à data, a tutela de Nuno Crato vai vincular 2.606 docentes nos quadros. É o maior número de entradas desde 2006.

O Ministério da Educação vai antecipar para 2015 – ano de eleições legislativas – o concurso nacional de professores dos quadros. Trata-se do concurso interno de colocação de professores que se realiza de quatro em quatro anos e que permite a mobilidade de escola. O próximo estava previsto apenas para 2017.

Este foi um dos resultados das negociações com os sindicatos para a vinculação extraordinária de dois mil docentes que vai decorrer nos próximos meses. O novo concurso interno vai ser negociado a partir de 5 de Março.

“Conseguimos que haja da parte do Governo o compromisso de realizar no próximo ano um concurso intercalar”, anunciou o secretário-geral da Federação Nacional da Educação, João Dias da Silva, após a reunião com o secretário de Estado da Administração Escolar, João Casanova de Almeida. Esta era uma das principais reivindicações dos sindicatos para que fossem regularizadas as situações dos professores com a entrada nos quadros dos dois mil docentes.

MEC promete concurso interno para todos os professores em 2015

A direcção da FNE saiu do ministério a considerar positiva a realização de um concurso interno de professores em 2015, mas a Fenprof insiste na realização de um concurso externo e interno com efeitos já no próximo ano lectivo.

… que é da culpa/responsabilidade pelo “mal”.

São os sacaninhas dos professores que não fazem tudo o que é humanamente impossível para cilindrar a cultura de desigualdade que está instalada na sociedade pela mão, neste preciso momento, do PSD?

Eu diria de outro modo: o debate mais importante é acerca de quem assume ou não as suas verdadeiras responsabilidades pela reprodução das desigualdades e as potencia ao retirar apoios técnicos e humanos, ao facultar os materiais adequados fora de tempo e ao – em resumo – pensar que basta aos professores dar o trêzinho ou dézinho e fingir que tudo está bem.

Não será que as funções da escolas e dos professores não são já demasiado transbordantes?

Durante um seminário da plataforma Barómetro Social na Faculdade de Letras da Universidade do Porto num painel sobre “O futuro da educação em Portugal”, David Justino disse que o debate mais importante a fazer na área não é sobre a escolaridade obrigatória, mas sim sobre “a cultura de retenção que existe nas escolas portuguesas”.

“O grave é que, de há muitos anos, está instalada dentro das escolas uma cultura de retenção em que o ‘chumbo’ é uma coisa perfeitamente natural. Não é. É a negação da própria escola. Esse é que é o combate que temos de ter”, declarou David Justino, em resposta a uma pergunta do público acerca da eventual redução da escolaridade obrigatória.

… para potenciar contactos e facilidades ao serviço do espírito empreendedor deste grande vulto da sagacidade empresarial nacional.

PSD: Relvas garante que ingresso no Conselho Nacional «não é regresso à política activa»

Não estamos em Roma, portanto eles são pagos e bem pagos.

Vítor Gaspar nomeado diretor de Assuntos Orçamentais no FMI

MAs, afinal, é um técnico muito competente e fiável, daqueles que apenas se enganam sempre nas contas da forma certa.

Falhas sistemáticas nas PPP da água custam 93 milhões ao Estado

O Tribunal de Contas conclui que contratos não protegem o Estado e exige menos rentabilidade para os privados. As previsões de consumo de água ficaram longe da realidade e favoreceram os concessionários.

Falhas sistemáticas, projeções erradas e contratos que não protegem o Estado mas apenas os privados. São estas as conclusões de uma auditoria do Tribunal de Contas às PPP do setor das águas que existem em 27 concelhos.

Isto são apenas 27 concelhos e na área das águas…

Multipliquem por 300 em matéria de Educação e terão o caos, mesmo se uma parte se procurar portar bem.

O poder local é uma conquista da Democracia mas, como a nível central, esse argumento tem servido para encobrir, branquear ou mesmo absolver alguns dos maiores atentados ao “bem comum”.

A gestão de proximidade, por si só, não resolve nada pois não são assim tão poucos os autarcas que, mesmo defenestrados em eleições, deixam um lastro de encargos para o erário público só possível por manifesta incompetência ou interesse em engordar outros interesses.

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