Falta de Vergonha no Corpo Todo


Foi isto que me foi explicado recentemente, por causa de uma situação em que alguém abusivamente usou o NIB divulgado neste blogue para servir de apoio ao pagamento de alguns pareceres jurídicos.

As empresas passaram a comunicar aos bancos os dados para fazer débitos directos, podendo isso acontecer sem qualquer verificação fidedigna da identidade ou da relação entre a conta e a criatura que fornece o dito NIB.

Aqui, ao que parece, não há qualquer garantia constitucional a preocupar os nossos legisladores ou opinadores tipo-MST, sendo que se trata efectivamente de dados privados e não da relação fiscal com o Estado.

O seu NIB pode estar a pagar as contas de outra pessoa

Proença de Carvalho é um exemplo disso. Coitado, já se esqueceu dos seus primeiros e segundos passos.

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Visão, 12 de Março de 2015

Pouco depois de ter concluído o curso, foi colocado como delegado do Procurador da República em Santiago do Cacém. Em 1967 entrou para a Polícia Judiciária como inspetor, cargo que desempenhou durante dois anos.
Após o 25 de abril de 1974, decidiu empenhar-se na política e na comunicação social. Foi militante do Partido Socialista, esteve na direção do Jornal Novo, foi ministro da Comunicação Social do IV Governo Constitucional (novembro de 1978 a julho de 1979), foi presidente da RTP e apresentou um projeto de canal televisivo privado, foi diretor da campanha presidencial de Diogo Freitas do Amaral e, em 1995, o mandatário nacional da candidatura de Aníbal Cavaco Silva à Presidência da República.

Dos tempos heróicos dos pareceres encomendados e pagos ao advogado Garcia Pereira restou uma conta bancária com uns tostões que não pode ser mexida sem ser com duas de três assinaturas das pessoas que a criaram, pois não há cartão MB e só existiram os cheques indispensáveis para os pagamentos, sendo que no final até fui eu a fazer uma transferência a partir de uma conta pessoal.

Apesar disso, há uns anos,houve quem achasse por bem dar aquele NIB para que lhe fosse debitada a assinatura da Deco-Proteste. Quando me ligaram porque o saldo estava negativo, lá tive de ir resolver a coisa e descobrir o que a tal pessoa tinha feito. Como era responsabilidade do banco não ter verificado a assinatura tudo se resolveu.

Agora, chegou-me a comunicação que outra pessoa que me vou esquivar a adjectivar, decidiu dar aquele número para sairem de lá os seus pagamentos, por débito directo, à PT. Não sei se terá sido um granadeiro, um zeinal ou um salgado mas a verdade é que resta lá tão pouco que aquilo vai logo a menos que zero à primeira tentativa de desconto. De novo, houve falhas evidentes na verificação de quem deu a ordem para a coisa.

Amanhã ou logo que possa, lá irei saber quem foi @ sem-vergonha que fez isto e desta vez acho que vou colocar-lhe o nome aqui no blogue que é para servir de emenda. Caso recupere os poucos euros que estão lá, vou ver se dão para um pequeno-almoço e para o combustível da deslocação (é escusado ir à sucursal aqui mais próxima, porque a senhora que lá está a atender não gosta de coisas que dêem mais trabalho do que a rotina) e se me fecham o raio da conta, pois quem depois tem de responder pelas dívidas sou eu, a Olinda e a Reb.

Mais uma distracção? Ou continua com falta de dinheiro?

Por outro lado, o que dizer da sua afirmação, em 2012, de que os reformados recebem mais do que pagaram?

E ele, como será?

Exp7Mar15

Expresso, 7 de Março de 2015

… para efeitos do PET e o Iavé concorda e obriga os professores portugueses a fazer formação específica para esse efeito?

Há sempre novos patamares de humilhação e o senhor Iavé deveria era dizer-nos que raio de certificação é que obteve para coordenar isto.

Não chega ir de visita lá ou patrocinar idas de jornalistas, penso eu de que.

(acho que começa a ser tempo para reconsiderar a filtragem a palavrões mais fortes nos comentários…)

O fisco penhorou bens alimentares doados a uma associação que dá apoio aos sem abrigo na cidade do Porto. O “Coração da Cidade” tem dívidas em atraso relacionadas com o pagamento de portagens em antigas SCUT. A Autoridade Tributária e Aduaneira avançou com uma acção de penhora de arroz, massa e bananas que tinham sido doadas para ajudar os mais carenciados.

Não se estaria ele a meter na “vida pessoal” dos contribuintes que poderiam não estar conscientes das suas obrigações?

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