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"Quem governa Portugal somos todos e não uma corte de iluminados em Lisboa" (António José Seguro, 23/07/2014)

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"Quem governa Portugal somos todos e não uma corte de iluminados em Lisboa" (António José Seguro, 23/07/2014)

Eis a grande resposta deste homem de carácter a uma situação delicada

Penélope, no Aspirina B: Setembro avança e a traição, que já foi deslealdade, passa a crime

 

«[...]
Crime é uma palavra forte. Está visto que a «elegância» de que Seguro se orgulhava no seu modo de fazer oposição ao Governo não se aplica de todo ao combate interno. E é aí que reside e sempre residiu o problema. Elegância para o governo mais subserviente, impreparado e insensível de sempre, ódio e acusações para grande parte dos militantes do seu partido.
Se o desespero já o leva a falar de crime, então houve um erro que Seguro jamais se perdoará ter cometido: não ter consagrado nos novos estatutos do partido o crime de contestação da liderança, que merecesse como pena mínima a expulsão e como pena máxima a decapitação na praça pública. Assim, ninguém se atreveria. Este erro ter-lhe-e-á sido fatal. Além de o ter obrigado a plantar um cravo sem perceber de jardinagem.
[...]»

 

 

 

 

O problema das vitórias em debates políticos

Pedro Adão e Silva, no Expresso: Quem ganhou?

 

(clique na imagem para a ampliar)

 

 

Novidades do candidato que só promete o que pode cumprir

Vega9000, no Aspirina B: Promessas de Seguro (actualização)

 

«[...]
Continuando o trabalho que tinha sido uma promessa de Seguro (para ser justo, até começou por cumprir, mas fartou-se disso em 2013), eis a lista de promessas actualizada. Não cumpre ele, cumprimos nós.
[...]»

 

 

 

Contributos para a definição de "socialismo de lapela"

José Simões, no Der Terrorist: "Socialismo da lapela" é...

 

«Aplaudir de pé o discurso do ódio de Cavaco Silva no dia da tomada de posse?
Mandar o Proença da UGT aprovar o Código do Trabalho antes de lhe dar um lugar no Secretariado do partido?
Mandar a bancada parlamentar abster-se na votação do Código do Trabalho na Assembleia da República?
Votar favoravelmente o aumento das mais-valias aos patrões e accionistas e a descapitalização da Segurança Social como nome de reforma do IRC?
Votar favoravelmente o Tratado Orçamental ao lado do PSD e do CDS?
Ficar mudo e quieto obrigando alguns deputados do PS a aliar-se ao Bloco de Esquerda e ao PCP para pedir a fiscalização sucessiva do Orçamento do Estado?»

 

 

 

Usar como bandeira de campanha uma mentira facilmente desmontável

Shyznogud, no jugular: Esta tanga já chateia e não é por ser repetida muitas vezes que se torna verdade


«Há pouco entrei no twitter e vi Pedro Tomás, do Gabinete de Comunicação do PS, partilhar um estado do Facebook que listava uma série de perguntas, a primeira das quais era"Qual é o autor da ideia pioneira em Portugal da realização de primárias?", a que se seguia a resposta "António José Seguro".
Parafraseando Pinheiro de Azevedo, tomarem-me por parva é uma coisa que me chateia e já vai sendo altura de alguém dizer de uma vez por todas a Seguro e à sua "entourage" que deixem de fazer estas figuras tristes, pregando tangas contando com a falta de memória das pessoas. Acredito que Seguro sonhasse com um partido sem história mas a realidade nem sempre é como a malta quer. Convinha, portanto, que ele e os seus apoiantes recuassem até abril de 2013, altura em que um grupo de militantes socialistas defendeu a existência de primárias, proposta que António José Seguro recusou liminarmente.
[...]»

 

 

Um spin cheio de incoerências

João Martins, no 365 forte: Um homem sem figuras de referência

 

«[...] São raras as manchetes que o líder em exercício do Partido Socialista faça que não incluam um ataque à imagem e história do seu próprio partido a quem o construiu.
Numas eleições primárias do partido não vale tudo para ganhar votos. O PS nunca teve um líder que denegrisse tanto a sua imagem e fizesse mais oposição para dentro do que para fora como António José Seguro.
O país não pode ter esta vergonha como Primeiro-Ministro.»

 

 

A aprovação do OE2012 e o recurso desesperado à mentira

Nuno Sá Lourenço, no Público: Prova dos factos: Costa defendeu abstenção nos Orçamentos como orientação geral, mas foi contra o de 2012

 

«Foi suportado num excerto de 46 segundos de um programa televisivo que António José Seguro acusou nesta terça-feira António Costa de fazer “zigue-zagues” sobre o Orçamento do Estado (OE) de 2012: “Nessa altura defendeste a abstenção, apesar de teres ido à Comissão Política do PS votar contra”.

Sendo certo que António Costa debatia a possibilidade da abstenção em Orçamentos do Estado quando o país descobria os planos do Governo para o OE de 2012, a acusação de Seguro não espelha na totalidade tudo o que Costa afirmou sobre o assunto.
[...]»

 

Seguro esqueceu o princípio democrático e o PS

 

Isabel Moreira, no Expresso: O erro de Seguro


«[...] Seguro é sempre oscilante consoante imagina o ganho político da direção do seu pêndulo. Por isso, imaginou que valeria a pena arriscar dar cabo do PS, prejudicando o país, mas ganhando tempo para controlar a certeza da concretização do sonho construído há tanto tempo e fazendo, como diz, "o caminho das pedras". É um facto que tem penalizado o PS este arrastar de tempo, esta incerteza, esta indefinição, a divisão entre camaradas, a campanha de ataques pessoais montada pelos apoiantes de Seguro. Calha que é facto também que o arrastar do tempo enferruja o pêndulo. Ele deixa de balancear sorrateiro e cai como a cortina de um teatro. Hoje é já claro que a estratégia de Seguro saiu-lhe cara. Os portugueses não elegem ninguém por pena. Os portugueses não gostam de vitimizações. Os portugueses estão desesperados por uma mudança e não toleram espetáculos de ataques pessoais, ainda por cima a um camarada. Os portugueses não entendem que um Secretário-Geral de um Partido ataque mais o seu Partido do que o Governo. Os portugueses sabem que alguém que diz que se "anulou" é um tacticista. Os portugueses querem experiência e provas dadas. Alguém que assuma a totalidade da instituição a que pertence, sem perder o espírito crítico, mas que a assuma. Os portugueses não querem ficar órfãos das decisões de um líder político, como aconteceu, lamentavelmente, na abstenção (violenta, dizia-se) no primeiro embuste da direita, o OE de 2012. [...]»

 

 

Estamos perante um problema com a matemática ou politiquice?

PMatos, no Aspirina B: Seguro confia na matemática, na falta dela

 

«[...]

António Costa, como facilmente se perceberá (preguiça?), se se vir o video todo e não só o pedaço que circula por blogs e redes sociais, não se estava a referir ao OE2012. É que se o estivesse, mesmo não sendo deputado na AR e já não sendo o “n.º 2″ do partido, significaria que estava muito melhor informado que o grupo parlamentar do PS na AR ou que o próprio Secretário-Geral do PS que, como sabemos tem uma boa relação com Pedro Passos Coelho.

É que, pela boca do líder parlamentar na altura, no dia 12 de Outubro de 2011 (matemática básica: 13-12=1), isto é, no dia anterior à emissão do programa Quadratura do Círculo, os portugueses eram brindados com as seguintes palavras:”Nós tivemos agora conhecimento de algumas ideias muito genéricas e, por isso, consideramos que devemos aguardar a entrega do documento globalmente para depois nos pronunciarmos sobre ele” – estas sim, referências directas ao OE2012!

Ora se até então, isto é, a 12 de Outubro de 2011, as ideias eram muito genéricas sobre um OE entregue globalmente na AR a 17 de Outubro de 2011, debatido com o Vítor Gaspar a 26 de Outubro de 2011, aprovado na generalidade a 11 de Novembro de 2011, aprovado na especialidade a 14 de Novembro de 2011 e, finalmente, aprovado globalmente a 30 de Novembro de 2011 com a abstenção “violenta” do PS (que mesmo com o voto contra seria na mesma aprovado), sinto-me no dever de perguntar: afinal, será que Costa se referia a 13 de Outubro ao Orçamento do Estado de 2012 que só viria a ser conhecido na integra (pois até ai era “genérico”) 4 dias depois?

[...]»

 

 

Quem se confessa capaz de ser nada para chegar onde quer é bem capaz de tudo

Fernanda Câncio, no Diário de Noticias: Face desoculta

 

«[...]

Ou seja, o secretário-geral do PS terá decidido esconder quem é e o que pensa para evitar cisões nas hostes do PS, escondendo-se portanto do País do qual quereria ser primeiro-ministro. Assumiu ser capaz, por calculismo e taticismo, da maior das dissimulações; assumiu que entre a verdade e ocultação, optou pela ocultação; entre a coragem e a cobardia, pela cobardia; que entre a rutura e a paz podre, quis a paz podre. E quis assim porque se sabia sem autoridade - quiçá até legitimidade - para se manter líder se abjurasse o Governo anterior.

Esta confissão surge tanto mais chocante quando, decidido agora a revelar-se em todo o seu esplendor, Tózero (como genialmente, antes da tirada da "anulação", alguém o apodou) insinua já não só "culpas"

Políticas mas também colusões entre política e negócios no passado do seu partido. Ou seja: ele aventa que sabe coisas terríveis, às quais terá assistido bem caladinho e das quais nem depois de eleito chefe falou, para não chatear ninguém - sendo que nem agora, que finalmente se soltou, diz que coisas são.

[...]»

 

 

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